domingo, 4 de junho de 2017

O Islão consome o ocidente

Por mais que queiram dizer o contrário, o Islão consome aquilo que convencionou-se chamar de ocidente. Aos bocados os seguidos actos de terrorismo demonstram, de um lado, a força que estes grupos possuem em atacar aos seus inimigos com intermitência. Por outro lado mostram a absoluta fragilidade misturada com certa permissividade e tino ideológico com que países da chamada União Europeia respondem a estas investidas vindas do leste.

Londres sofreu mais um ataque. Manchester já sofrera outro. A Inglaterra passou a ser alvo do terror muçulmano. E estou correcto ao dizer terror muçulmano. Em outra religião não existe este procedimento e este modus operandi terrorista. Em outro credo religioso não há a absoluta intolerância estampada em letras enormes como há no colo da religião de Corão. Corão este que manda sem qualquer puder "cortar a garganta dos infiéis...", que autoriza fazer com que a guerra santa não cesse de combater o infiel com a morte. Aliás, infiel é todo aquele que não é muçulmano, mas, e principalmente, o cristão e o judeu. Os dois são os reais adversários milenares do islamismo. Tanto um quanto o outro seriam os obstáculos para a tomada global do islão. Ainda bem que são e queira Deus que sejam por muito tempo.

O que vimos em Londres é somente mais um passo no combate ao mundo ocidental tal qual temos visto mundo afora em todas as partes. O que é imperdoável é o tratamento da imprensa ao caso. Insistem, de forma já totalmente injustificada, em chamar de atitudes isoladas a todos os ataques terroristas sofridos até ontem. Os líderes globalistas - comprometidos com agendas de origem socialista e culturalista - insistem em classificar como preconceito quaisquer atribuições de violência à religião muçulmana. Mesmo o facto lógico de que somente no Islão temos atentados para eles não é o bastante. O mundo precisa assistir a quantos atentados para que alguém admita que estamos diante de uma "política" comum à religião de Maomé? Será que ninguém percebe que não há este tipo de acção fora dela? Ou há um interesse muito grande do socialismo, adversário ético e natural do bloco judaico-cristão, em perpetuar ou utilizar-se do islão como forma de destruir a resistência ocidental em um de seus pilares?

Se assim o for precisa-se avisar aos socialistas que pretendem usar deste subterfúgio que nada garante que sem o ocidente pela frente haverá a sociedade sem classes ou o mundo sem religião da velha canção "Imagine" do John Lennon. Nada garante que esta suposta aliança continue e que se perpetue por muito tempo.

Diferente das outras mensagens, esta é uma mensagem de preocupação, com algum teor histórico, mas principalmente uma mensagem de preocupação e de alerta a este mundo anestesiado diante de uma realidade que temos visto desde 11 de Setembro e intensificada diante da fraca e conivente política de Barack Obama nos EUA e da União Europeia com ênfase na Alemanha de Ângela Merkel. Foi com esta combinação que o mundo tornou-se instável. Foi nestes termos que as portas foram abertas para que este tipo de terror se tornasse hábito em solo europeu (mas não só). Aqui estamos diante uma forma triste de novo mundo. Uma forma de destruição milenar da nossa história em prol de uma nova forma de vida altamente prejudicial à voz discordante, ao contraditório, ao livre. Depois não digam não houve aviso. As lágrimas de hoje, das vítimas e parentes de hoje, nada mais são do que o início do grande luto, este que abaterá, caso não haja nada feito em reação, com toda uma estrutura de mundo que muitos acostumaram-se a espezinhar, mas que muito sentirão quando se for.


Eustáquio Silva.

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